Fluminense goleia Resende e assegura título da Taça Guanabara

 

O Fluminense assegurou o título da Taça Guanabara, equivalente à primeira fase do Campeonato Carioca. Ontem (5), o Tricolor goleou o Resende por 4 a 0, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ), pela décima e penúltima rodada do Estadual. A Rádio Nacional transmitiu a partida.

 

A 11ª vitória seguida na temporada levou a equipe comandada por Abel Braga a 27 pontos, abrindo sete para o vice-líder Flamengo, que pode chegar a 26 pontos no máximo. Com a liderança da primeira fase garantida, o time das Laranjeiras terá pela frente, em uma das semifinais, o quarto colocado, com a vantagem do empate no placar agregado dos dois jogos. O Resende, em quinto lugar, com 12 pontos, não tem mais chances de passar de fase.

 

O triunfo foi basicamente construído no primeiro tempo. A um minuto, o volante Nonato rolou para Jhon Arias, na saída do goleiro Jefferson Luís. O atacante teve somente que completar para as redes. Três minutos depois, o meia Paulo Henrique Ganso lançou Arias na área. O colombiano tirou Jefferson Luís da jogada e tocou para o volante Martinelli fazer o segundo do Tricolor. Aos 37, Nonato recebeu de Ganso e finalizou. A bola desviou na marcação e saiu do alcance do goleiro do Resende.

 

Na etapa final, já aos gritos de “é campeão” da torcida do Fluminense, a equipe das Laranjeiras ainda fez o quarto gol. Aos 13 minutos, o lateral Samuel Xavier cruzou pela direita, o atacante Germán Cano furou, mas a bola desviou no zagueiro Heitor e foi para as redes. Aos 37, o atacante Jeffinho acertou a trave, na melhor chance do Resende. O apito final deu início à festa tricolor no gramado do Raulino de Oliveira.

 

O Fluminense volta a campo na quarta-feira (9), às 21h30 (horário de Brasília), pela terceira e última fase preliminar da Libertadores. A partida será diante do Olímpia (Paraguai), no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. Pelo Carioca, o Tricolor encerra a participação na primeira fase no domingo que vem (13), contra o Boavista, no estádio Elcyr Resende de Mendonça, em Saquarema (RJ). No mesmo dia, o Resende visita o Vasco em São Januário, na capital.

 

(Agência Brasil)

Brasil perde nas duplas e busca virada para avançar na Copa Davis, no Rio de Janeiro

 

O Brasil está novamente atrás da Alemanha no confronto pela fase classificatória do Grupo Mundial da Copa Davis, principal torneio por equipes no tênis masculino. Neste sábado (5), no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, o mineiro Bruno Soares e o paulista Felipe Meligeni foram superados pela parceria entre Kevin Krawietz e Tim Pütz por dois sets a um, com parciais de 4/6, 7/6 (7/4) e 6/4, em duas horas e 22 minutos de jogo.

 

Os alemães abriram dois a um no duelo, disputado em uma melhor de cinco partidas (quatro de simples e uma de duplas) e estão a um triunfo da fase de grupos da competição, em setembro, que reunirá 16 países, com oito pré-classificados. Os brasileiros terão de vencer os próximos dois jogos para virar o confronto. A última vez que o Brasil avançou no Grupo Mundial foi em 2001, com Gustavo Kuerten e Fernando Meligeni (tio de Felipe) na equipe.

 

O próximo jogo do confronto reúne os atletas mais bem colocados de Brasil e Alemanha no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP, sigla em inglês): o cearense Thiago Monteiro (114º) e Alexander Zverev (terceiro). Na sequência, o paranaense Thiago Wild (216º) encara Jan-Lennard Struff (60º) na partida que finaliza o duelo.

 

A escalação de Felipe (92º do mundo nas duplas) para o confronto pelo capitão Jaime Oncins surpreendeu, pois, normalmente, o parceiro de Bruno (19º) na Davis é Marcelo Melo (43º). O paulista, no entanto, vive melhor momento, conquistando recentemente o título do ATP 250 de Santiago (Chile) junto do gaúcho Rafael Matos (440º). O favoritismo, de qualquer forma, estava do lado alemão, já que Pütz é o 12º do ranking e Krawietz é o 14º.

 

O primeiro set começou equilibrado, com Felipe soltando o braço e ditando o ritmo da parceria brasileira. No nono game, uma devolução de Bruno, em cima da linha, quebrou o serviço alemão. A dupla europeia tentou reagir na sequência, liderada por Krawietz, mas não aproveitou os dois break points que teve. Melhor para anfitriões, que fecharam a parcial em 6/4, após 43 minutos.

 

Os brasileiros tentaram manter o ritmo agressivo no segundo set, mas cometeram mais erros não forçados que no primeiro. No terceiro game, os alemães novamente tiveram break points a favor, mas falharam na recepção dos saques de Bruno, levantando a torcida. Foi a única chance real de quebra de saque na parcial, que teve 57 minutos e foi decidida no tie-break. Krawietz e Pütz conseguiram variar melhor os golpes e venceram por 7/4, empatando a partida.

 

O terceiro set começou aberto, com as duplas oscilando e tendo que salvar break points. No quinto game, uma bola na rede de Felipe culminou na primeira quebra da parcial. Os brasileiros sentiram a maior consistência dos alemães e demoraram a reagir. Depois de 46 minutos, um belo voleio de Pütz definiu a parcial em 6/4 a favor dos europeus.

 

(Agência Brasil)

FGV: confiança empresarial tem pessimismo moderado para o 1º semestre

Após uma sequência de altas a partir de julho de 2020, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) recuou 0,4 ponto em dezembro, fechando o ano em 95,2 pontos. Em médias móveis trimestrais, o indicador caiu 0,7 ponto no mês. Os dados foram divulgados ontem (4), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

 

Segundo o superintendente de Estatísticas do FGV Ibre, Aloisio Campelo Jr., a evolução discreta do indicador em dezembro demonstra que o empresariado brasileiro está em compasso de espera, diante da “ainda grande incerteza” sobre os rumos da economia para os próximos meses.

 

“A queda do Índice da Situação Atual sinaliza desaceleração do nível de atividade corrente, enquanto a manutenção do Índice de Expectativas abaixo dos 95 pontos reflete um pessimismo moderado em relação ao primeiro semestre de 2021”, explicou.

 

Ele destaca que esses dois componentes do índice foram influenciados pelo recrudescimento da pandemia de covid-19 no país e pelo fim do auxílio emergencial.

 

“Entre os fatores que pesam na balança para os dois lados estão a ameaça de uma perigosa nova onda de covid-19 no Brasil contrapondo ao início de campanhas de vacinação em outros países e a perspectiva de uso de parte da poupança acumulada em 2020 como compensação parcial para o fim do período de concessão de auxílio emergencial. Será um primeiro semestre ainda muito difícil”, disse Campelo.

 

Componentes do índice

 

De acordo com o Ibre FGV, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida quatro índices de confiança setoriais cobertos pelas Sondagens Empresariais do instituto: ndústria, Serviços, Comércio e Construção.

 

Em dezembro, o Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) caiu 0,2 ponto, indo para 97,8 pontos, após sete meses consecutivos de alta. O Índice de Expectativas (IE-E) recuou 0,3 ponto, ficando em 94,3 pontos.

 

O indicador que mede o otimismo em relação à evolução da demanda nos próximos três meses avançou 0,9 pontos em dezembro e o da Tendência dos Negócios nos seis meses seguintes subiu 0,7 pontos. Já o indicador de Emprego Previsto em três meses subiu pelo segundo mês seguido, para 1,7 ponto, sendo o único componente de expectativas empresariais a recuperar as perdas dos meses de março e abril de 2020.

 

Em dezembro, a confiança da indústria subiu 1,8 ponto, a do setor de serviços aumentou 0,8 ponto e a confiança na construção ficou praticamente estável, com variação positiva de 0,1 ponto. Já o Índice de Confiança do Comércio teve a terceira queda consecutiva, de 1,8 ponto em dezembro.

 

Na difusão da confiança, o indicador aumentou em 55% dos 49 segmentos integrantes do ICE, depois de ficar em 43% no mês anterior, com evolução favorável em todos os setores.

 

Fonte|: Agência Brasil

Representante de clubes lamenta falta de acordo coletivo com jogadores

O presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, que representa a Comissão Nacional dos Clubes (CNC), divulgou vídeo neste sábado (28), lamentando a falta de acordo entre clubes e jogadores sobre como proceder em meio à pandemia do novo coronavírus. Com as competições paralisadas, a CNC enviou duas propostas para a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) que foram rejeitadas pelos atletas e pelos 21 sindicatos.

 

De acordo com o dirigente, a segunda proposição surgiu da reunião de cerca de 30 presidentes de clubes e a CBF, acerca de concessão de férias coletivas de 20 dias a todos os jogadores e a redução de 25% dos salários, enquanto os campeonatos estiverem suspensos.

 

“Nós optamos de forma unânime, por colocar todos os atletas e os departamentos de futebol em férias coletivas a partir do dia 1° de abril, garantindo a eles o que prevê a Medida Provisória 927 do Governo Federal e deixar que as negociações sigam individualmente, entre cada clube com seus atletas e com os sindicatos locais.”, disse Bittencourt.

 

A MP citada pelo porta-voz dos clubes, dispõe sobre as medidas trabalhistas que poderão ser adotadas pelos empregadores para preservar emprego e renda ao trabalhador, durante o estado de calamidade pública.

 

Negociações

 

O representante da CNC diz também que as diretorias seguem negociando com os jogadores e citou que o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, lhe telefonou e informou que o clube nordestino já negocia com os atletas individualmente.

 

“Até mesmo em razão do Brasil ser um país de dimensão continental, a gente acabou não conseguindo êxito em fazer um acordo com todos os jogadores, um acordo equânime. Entretanto, conseguimos algo que eu considero uma vitória dos clubes, que foi a união.”

 

Em relação ao calendário do futebol brasileiro, há o entendimento entre os clubes das séries A, B, C e D na preservação dos estaduais e na manutenção do formato de pontos corridos do Campeonato Brasileiro.

 

Fonte: Agência Brasil

Foto: Lucas Merçon/Fluminense F.C

Jogos da Juventude 2020: Comitê cancela fase regional classificatória

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) cancelou a realização das etapas regionais dos Jogos Escolares da Juventude 2020, previstas para setembro, em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19). As fases classificatórias para a competição nacional  aconteceriam nas cidades de cidades de Aracaju-SE (equipes do Nordeste) e Gramado-RS (Sul, Sudeste, Goiás e Mato Grosso do Sul) . Uma terceira sede, com local ainda indefinido, receberia atletas do Norte, Mato Grosso e Distrito Federal. O adiamento foi anunciado em nota oficial na noite de ontem (25), no site do COB.

 

Já  o período de realização da competição nacional, previsto para novembro, será avaliado pela instituição até o fim de junho. As etapas regional e nacional juntas, de acordo com números divulgados pelo comitê, reúnem mais de 8 mil jovens atletas. Deste total, mais de 7 mil são estudantes (entre 12 e 17 anos), além de treinadores, árbitros, oficiais e membros do Comitê Organizador.

 

“Estamos acompanhando diariamente a mobilização nacional no combate à covid-19, que precisa ser o grande objetivo no momento. Seguiremos em contato frequente com as Confederações e com os Estados, que são grandes parceiros e responsáveis, junto com o COB, pelo sucesso dos Jogos Escolares da Juventude, para avaliar todas as possibilidades”, esclareceu Kenji Saito, gerente executivo de Desenvolvimento Esportivo do COB.

 

Fonte: Agência Brasil

No exterior, atletas brasileiros improvisam para enfrentar quarentena

Uma academia improvisada na garagem foi a saída que os principais judocas do Benfica, tradicional clube português, encontraram para continuar treinando em meio à quarentena obrigatória no país europeu, por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Entre eles, duas brasileiras que, há pouco mais de um ano, passaram a defender Portugal em competições internacionais: a carioca Bárbara Timo e a gaúcha Rochele Nunes.

 

“Estávamos todos em uma casa de quarentena voluntária. Quando ela (reclusão) passou a ser obrigatória, viemos para esse outro imóvel, mais confortável, e montamos uma espécie de ginásio com tatame”, conta Rochele à Agência Brasil. “Foi a maneira mais fácil de manter o foco sem nos preocuparmos tanto com o vírus e sem deixar a quarentena abalar muito, tomando medidas preventivas. Só saímos de casa se necessário, para ir ao mercado ou farmácia”, emenda a judoca, que, hoje, estaria garantida na Olimpíada de Tóquio (Japão) pelo ranking mundial da modalidade.

 

O “jeitinho” encontrado para treinar, claro, não é a circunstância ideal. “Eu estava tratando o joelho com fisioterapia. Infelizmente, como não tenho um fisioterapeuta aqui comigo, isso pode fazer o processo de recuperação demorar um pouco mais. Mas, continuo focada”, garante, aliviada com o adiamento dos Jogos de Tóquio para 2021. “Acho que está todo mundo sofrendo com o coronavírus e penso no bem-estar. A gente se prepara por muito tempo para isso, mas não seria justo se a Olimpíada ficasse na data prevista. Assim, todos os atletas podem ter uma preparação melhor”.

 

Saber improvisar também foi necessário para Erica Sena não ficar parada. A principal brasileira da marcha atlética vive há oito anos em Cuenca, no Equador, terra natal do marido e treinador Andres Chocho. Até domingo (22), o país sul-americano registrou 14 mortes e 789 infectados. É menos, por exemplo, que os 43 óbitos e quase três mil casos confirmados em Portugal até quarta-feira (25). Mas, pelo lado equatoriano, a quarentena também tem sido compulsória.

 

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A brasileira Erica Sena mora  em Cuenca (Equador), país que registrou 14 mortes e 789 infectados. – Rede do Esporte/Divulgação/Direitos Reservados

 

“Podemos sair três vezes por semana (de casa) para comprar alimentos e medicamentos. Não esperávamos passar por isso. Estamos tentando adaptar nossos treinos da melhor maneira possível. Tenho uma esteira em casa e posso adaptar, mas, é complicado ficar apenas nela. São sensações diferentes”, descreve a pernambucana, medalhista de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru) no ano passado e que teve um período de treinamentos e competições na Europa cancelado por causa da pandemia.

 

Novo epicentro

 

Em 2017, Eric Pardinho assinou um contrato de US$ 1,4 milhão (R$ 4,6 milhões, na cotação da época) com o Toronto Blue Jays, franquia da Major League Baseball (MLB), liga norte-americana, tornando-se o brasileiro mais caro da história da modalidade. O paulista de 19 anos está em recuperação de uma cirurgia no cotovelo e só deve voltar a jogar no ano que vem. Mas, há outro motivo pelo qual o retorno aos treinos poderá demorar. Segundo alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS), os Estados Unidos (EUA) devem se tornar o novo epicentro da covid-19.

 

A temporada 2020 da MLB deveria começar nesta quinta-feira (26), mas, após ter adiado o início em duas semanas, a liga estendeu o prazo em mais dois meses. O país tem, atualmente, mais de 53 mil casos confirmados do novo coronavírus – cerca de 1,4 mil na Flórida, estado onde Pardinho vive. “A cidade em que moro (Clearwater) é famosa pelas praias, vem bastante turista. No sábado (21), decidiram fechá-las. Quando você precisa ir à rua, vê o pessoal de máscara, luva…”, relata o arremessador, à Agência Brasil.

 

Segundo ele, o time o contata diariamente e orienta sobre como proceder na pandemia. “É para evitarmos de sair muito. Eles mandam mensagens, perguntam se temos sintomas. De fato, evito de sair. Às vezes, dou uma caminhada em volta do hotel, vou ao mercado, algum restaurante que esteja aberto ainda”, conta o brasileiro, que convive com outros atletas no local, a maioria venezuelanos. “Meus pais tinham vindo para cá no início do mês, pegaram o pessoal indo embora e tiveram que voltar (ao Brasil) também, porque a situação estava ficando ruim nas companhias (aéreas)”, completa.

 

Por enquanto, a rotina de Pardinho é a fisioterapia. Depois, talvez, acompanhar os colegas de time em treinos improvisados no estacionamento do hotel. Só que adaptar as atividades esportivas não é o único desafio para outro brasileiro nos Estados Unidos. Pivô da seleção de basquete, Anderson Varejão vive em Cleveland, Ohio, estado que registrou oito mortes pela doença. Na terça-feira (24), ele sentiu na pele o impacto da pandemia.

 

“Eu e minha esposa estamos esperando um bebê. Estou há um tempo fora das quadras, sem jogar, porque é um momento que decidi ficar do lado dela, acompanhar, fazer parte de tudo, das consultas. Fomos ao hospital para um exame de rotina, mas, chegando lá, não pudemos entrar”, declara Varejão, campeão da última temporada do Novo Basquete Brasil (NBB) pelo Flamengo.

 

Diferente de Portugal e Equador, a quarentena não é obrigatória nos EUA como um todo. Em Ohio, porém, a determinação está em vigor desde segunda-feira (23). Por isso, o pivô pede uma reflexão além das fronteiras dos países. “Fiquem em casa. Se não por vocês, façam por alguém. Sei que não é fácil. Tenho feito meus treinos (em casa), mas sei que é muito tempo. Aproveitem para fazer o que sempre ficava para depois. O dia que você tiver alguém da família passando por algum momento difícil, vai lembrar disso e de muitas coisas que têm sido faladas”, conclui.

 

Fonte: Agência Brasil

Não há hipótese para realização dos Jogos, diz presidente do CPB

O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado, afirmou em entrevista publicada pelo portal Globoesporte.com ontem (20) que o avanço do novo coronavírus (covid-19) por todo o mundo faz com que não haja “qualquer hipótese para sua realização [dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos] na data prevista [2020]”.

 

Segundo o dirigente, o ideal é que o evento seja adiado até a mesma época do ano de 2021.

 

“Acredito que não haverá condições para que se façam os Jogos. Entendo ainda que seria fundamental uma posição imediata do COI (Comitê Olímpico Internacional), que na última semana se manifestou encorajando os atletas a buscarem formas de treinar. Uma mensagem, inclusive, que vai contra o que foi recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de que as pessoas têm que se isolar”, disse Mizael.

 

Para o presidente do CPB: “Essa pandemia é um evento sem precedentes no mundo. Uma grande guerra”.

 

Fonte: Agência Brasil

Futebol do Brasil para depois da suspensão de último estadual

Ontem (20), o último estadual de futebol em ação no território brasileiro foi interrompido. O presidente da Federação Roraimense, José Gama Xaud, decidiu suspender o campeonato de seu estado por tempo indeterminado por conta do avanço do novo coronavírus (covid-19).

 

Segundo o presidente da Federação Roraimense, a suspensão acontece porque a “pandemia do coronavírus tem se alastrado por todo o mundo”. Isso levou à “necessidade momentânea de evitar aglomerações de pessoas”.

 

Desta forma o futebol brasileiro parou por completo, com a interrupção, nos últimos dias, de todos os estaduais e das competições nacionais, estas após decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

 

Fonte: Agência Brasil

CBV encerra Superliga B masculina; causa é avanço do novo coronavírus

Após definir o final da Superliga B feminina, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) se reuniu virtualmente com os clubes da masculina e, na tarde de ontem (18), ficou decidido pelo fim da edição 2020 do campeonato em virtude do risco gerado pelo coronavírus (covid-19).

 

Dos oito times, cinco votaram a favor do fim do campeonato, e três foram contrários. Dessa forma, não haverá mais partida alguma. E a classificação final respeitará a do final da primeira fase: Vedacit Vôlei Guarulhos (SP), Uberlândia/Start Química/Gabarito (MG), Anápolis Vôlei (GO), Brasília Vôlei/Upis (DF), JF Vôlei (MG), Apav Vôlei (RS), Lavras Vôlei (MG) e São José Vôlei (SP). Os dois primeiros, Vedacit Vôlei Guarulhos e Uberlândia /Start Química/Gabarito (MG), estão classificados para a competição principal da Superliga Masculina da próxima temporada.

 

As reuniões virtuais, realizadas por videoconferência com os clubes da Superliga Banco do Brasil, serão realizados nesta quinta (19) com as equipes do feminino pela manhã e do masculino na parte da tarde.

 

A CBV, que conta, entre outras, com um comitê de crise composto por área técnica, médica e jurídica apresentou a proposta pela conclusão do campeonato, já que a preocupação da entidade com a saúde está acima de qualquer outra questão. Após a decisão, então, a entidade recomendou que todos os clubes liberem seus atletas de treinamento e que os mesmos permaneçam em casa, seguindo as recomendações das autoridades da saúde.

 

“Passamos por esta mesma situação mais cedo, com o fim da Superliga B feminina, e agora com a masculina. Estamos tristes pela situação, por ter que finalizar a competição desta forma, sem a oportunidade de ver a final após uma temporada tão equilibrada. Estamos privados de ver o que aconteceria no playoff, com uma disputa bonita e decidida na quadra, mas foi preciso ser decidido na mesa. É para o bem de todos”, declarou o superintendente de competições quadra da CBV, Renato D´Avila.

 

Fonte: Agência Brasil