Representante de clubes lamenta falta de acordo coletivo com jogadores

O presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, que representa a Comissão Nacional dos Clubes (CNC), divulgou vídeo neste sábado (28), lamentando a falta de acordo entre clubes e jogadores sobre como proceder em meio à pandemia do novo coronavírus. Com as competições paralisadas, a CNC enviou duas propostas para a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) que foram rejeitadas pelos atletas e pelos 21 sindicatos.

 

De acordo com o dirigente, a segunda proposição surgiu da reunião de cerca de 30 presidentes de clubes e a CBF, acerca de concessão de férias coletivas de 20 dias a todos os jogadores e a redução de 25% dos salários, enquanto os campeonatos estiverem suspensos.

 

“Nós optamos de forma unânime, por colocar todos os atletas e os departamentos de futebol em férias coletivas a partir do dia 1° de abril, garantindo a eles o que prevê a Medida Provisória 927 do Governo Federal e deixar que as negociações sigam individualmente, entre cada clube com seus atletas e com os sindicatos locais.”, disse Bittencourt.

 

A MP citada pelo porta-voz dos clubes, dispõe sobre as medidas trabalhistas que poderão ser adotadas pelos empregadores para preservar emprego e renda ao trabalhador, durante o estado de calamidade pública.

 

Negociações

 

O representante da CNC diz também que as diretorias seguem negociando com os jogadores e citou que o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, lhe telefonou e informou que o clube nordestino já negocia com os atletas individualmente.

 

“Até mesmo em razão do Brasil ser um país de dimensão continental, a gente acabou não conseguindo êxito em fazer um acordo com todos os jogadores, um acordo equânime. Entretanto, conseguimos algo que eu considero uma vitória dos clubes, que foi a união.”

 

Em relação ao calendário do futebol brasileiro, há o entendimento entre os clubes das séries A, B, C e D na preservação dos estaduais e na manutenção do formato de pontos corridos do Campeonato Brasileiro.

 

Fonte: Agência Brasil

Foto: Lucas Merçon/Fluminense F.C

Jogos da Juventude 2020: Comitê cancela fase regional classificatória

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) cancelou a realização das etapas regionais dos Jogos Escolares da Juventude 2020, previstas para setembro, em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19). As fases classificatórias para a competição nacional  aconteceriam nas cidades de cidades de Aracaju-SE (equipes do Nordeste) e Gramado-RS (Sul, Sudeste, Goiás e Mato Grosso do Sul) . Uma terceira sede, com local ainda indefinido, receberia atletas do Norte, Mato Grosso e Distrito Federal. O adiamento foi anunciado em nota oficial na noite de ontem (25), no site do COB.

 

Já  o período de realização da competição nacional, previsto para novembro, será avaliado pela instituição até o fim de junho. As etapas regional e nacional juntas, de acordo com números divulgados pelo comitê, reúnem mais de 8 mil jovens atletas. Deste total, mais de 7 mil são estudantes (entre 12 e 17 anos), além de treinadores, árbitros, oficiais e membros do Comitê Organizador.

 

“Estamos acompanhando diariamente a mobilização nacional no combate à covid-19, que precisa ser o grande objetivo no momento. Seguiremos em contato frequente com as Confederações e com os Estados, que são grandes parceiros e responsáveis, junto com o COB, pelo sucesso dos Jogos Escolares da Juventude, para avaliar todas as possibilidades”, esclareceu Kenji Saito, gerente executivo de Desenvolvimento Esportivo do COB.

 

Fonte: Agência Brasil

No exterior, atletas brasileiros improvisam para enfrentar quarentena

Uma academia improvisada na garagem foi a saída que os principais judocas do Benfica, tradicional clube português, encontraram para continuar treinando em meio à quarentena obrigatória no país europeu, por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Entre eles, duas brasileiras que, há pouco mais de um ano, passaram a defender Portugal em competições internacionais: a carioca Bárbara Timo e a gaúcha Rochele Nunes.

 

“Estávamos todos em uma casa de quarentena voluntária. Quando ela (reclusão) passou a ser obrigatória, viemos para esse outro imóvel, mais confortável, e montamos uma espécie de ginásio com tatame”, conta Rochele à Agência Brasil. “Foi a maneira mais fácil de manter o foco sem nos preocuparmos tanto com o vírus e sem deixar a quarentena abalar muito, tomando medidas preventivas. Só saímos de casa se necessário, para ir ao mercado ou farmácia”, emenda a judoca, que, hoje, estaria garantida na Olimpíada de Tóquio (Japão) pelo ranking mundial da modalidade.

 

O “jeitinho” encontrado para treinar, claro, não é a circunstância ideal. “Eu estava tratando o joelho com fisioterapia. Infelizmente, como não tenho um fisioterapeuta aqui comigo, isso pode fazer o processo de recuperação demorar um pouco mais. Mas, continuo focada”, garante, aliviada com o adiamento dos Jogos de Tóquio para 2021. “Acho que está todo mundo sofrendo com o coronavírus e penso no bem-estar. A gente se prepara por muito tempo para isso, mas não seria justo se a Olimpíada ficasse na data prevista. Assim, todos os atletas podem ter uma preparação melhor”.

 

Saber improvisar também foi necessário para Erica Sena não ficar parada. A principal brasileira da marcha atlética vive há oito anos em Cuenca, no Equador, terra natal do marido e treinador Andres Chocho. Até domingo (22), o país sul-americano registrou 14 mortes e 789 infectados. É menos, por exemplo, que os 43 óbitos e quase três mil casos confirmados em Portugal até quarta-feira (25). Mas, pelo lado equatoriano, a quarentena também tem sido compulsória.

 

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A brasileira Erica Sena mora  em Cuenca (Equador), país que registrou 14 mortes e 789 infectados. – Rede do Esporte/Divulgação/Direitos Reservados

 

“Podemos sair três vezes por semana (de casa) para comprar alimentos e medicamentos. Não esperávamos passar por isso. Estamos tentando adaptar nossos treinos da melhor maneira possível. Tenho uma esteira em casa e posso adaptar, mas, é complicado ficar apenas nela. São sensações diferentes”, descreve a pernambucana, medalhista de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru) no ano passado e que teve um período de treinamentos e competições na Europa cancelado por causa da pandemia.

 

Novo epicentro

 

Em 2017, Eric Pardinho assinou um contrato de US$ 1,4 milhão (R$ 4,6 milhões, na cotação da época) com o Toronto Blue Jays, franquia da Major League Baseball (MLB), liga norte-americana, tornando-se o brasileiro mais caro da história da modalidade. O paulista de 19 anos está em recuperação de uma cirurgia no cotovelo e só deve voltar a jogar no ano que vem. Mas, há outro motivo pelo qual o retorno aos treinos poderá demorar. Segundo alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS), os Estados Unidos (EUA) devem se tornar o novo epicentro da covid-19.

 

A temporada 2020 da MLB deveria começar nesta quinta-feira (26), mas, após ter adiado o início em duas semanas, a liga estendeu o prazo em mais dois meses. O país tem, atualmente, mais de 53 mil casos confirmados do novo coronavírus – cerca de 1,4 mil na Flórida, estado onde Pardinho vive. “A cidade em que moro (Clearwater) é famosa pelas praias, vem bastante turista. No sábado (21), decidiram fechá-las. Quando você precisa ir à rua, vê o pessoal de máscara, luva…”, relata o arremessador, à Agência Brasil.

 

Segundo ele, o time o contata diariamente e orienta sobre como proceder na pandemia. “É para evitarmos de sair muito. Eles mandam mensagens, perguntam se temos sintomas. De fato, evito de sair. Às vezes, dou uma caminhada em volta do hotel, vou ao mercado, algum restaurante que esteja aberto ainda”, conta o brasileiro, que convive com outros atletas no local, a maioria venezuelanos. “Meus pais tinham vindo para cá no início do mês, pegaram o pessoal indo embora e tiveram que voltar (ao Brasil) também, porque a situação estava ficando ruim nas companhias (aéreas)”, completa.

 

Por enquanto, a rotina de Pardinho é a fisioterapia. Depois, talvez, acompanhar os colegas de time em treinos improvisados no estacionamento do hotel. Só que adaptar as atividades esportivas não é o único desafio para outro brasileiro nos Estados Unidos. Pivô da seleção de basquete, Anderson Varejão vive em Cleveland, Ohio, estado que registrou oito mortes pela doença. Na terça-feira (24), ele sentiu na pele o impacto da pandemia.

 

“Eu e minha esposa estamos esperando um bebê. Estou há um tempo fora das quadras, sem jogar, porque é um momento que decidi ficar do lado dela, acompanhar, fazer parte de tudo, das consultas. Fomos ao hospital para um exame de rotina, mas, chegando lá, não pudemos entrar”, declara Varejão, campeão da última temporada do Novo Basquete Brasil (NBB) pelo Flamengo.

 

Diferente de Portugal e Equador, a quarentena não é obrigatória nos EUA como um todo. Em Ohio, porém, a determinação está em vigor desde segunda-feira (23). Por isso, o pivô pede uma reflexão além das fronteiras dos países. “Fiquem em casa. Se não por vocês, façam por alguém. Sei que não é fácil. Tenho feito meus treinos (em casa), mas sei que é muito tempo. Aproveitem para fazer o que sempre ficava para depois. O dia que você tiver alguém da família passando por algum momento difícil, vai lembrar disso e de muitas coisas que têm sido faladas”, conclui.

 

Fonte: Agência Brasil

Não há hipótese para realização dos Jogos, diz presidente do CPB

O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado, afirmou em entrevista publicada pelo portal Globoesporte.com ontem (20) que o avanço do novo coronavírus (covid-19) por todo o mundo faz com que não haja “qualquer hipótese para sua realização [dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos] na data prevista [2020]”.

 

Segundo o dirigente, o ideal é que o evento seja adiado até a mesma época do ano de 2021.

 

“Acredito que não haverá condições para que se façam os Jogos. Entendo ainda que seria fundamental uma posição imediata do COI (Comitê Olímpico Internacional), que na última semana se manifestou encorajando os atletas a buscarem formas de treinar. Uma mensagem, inclusive, que vai contra o que foi recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de que as pessoas têm que se isolar”, disse Mizael.

 

Para o presidente do CPB: “Essa pandemia é um evento sem precedentes no mundo. Uma grande guerra”.

 

Fonte: Agência Brasil

Futebol do Brasil para depois da suspensão de último estadual

Ontem (20), o último estadual de futebol em ação no território brasileiro foi interrompido. O presidente da Federação Roraimense, José Gama Xaud, decidiu suspender o campeonato de seu estado por tempo indeterminado por conta do avanço do novo coronavírus (covid-19).

 

Segundo o presidente da Federação Roraimense, a suspensão acontece porque a “pandemia do coronavírus tem se alastrado por todo o mundo”. Isso levou à “necessidade momentânea de evitar aglomerações de pessoas”.

 

Desta forma o futebol brasileiro parou por completo, com a interrupção, nos últimos dias, de todos os estaduais e das competições nacionais, estas após decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

 

Fonte: Agência Brasil

CBV encerra Superliga B masculina; causa é avanço do novo coronavírus

Após definir o final da Superliga B feminina, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) se reuniu virtualmente com os clubes da masculina e, na tarde de ontem (18), ficou decidido pelo fim da edição 2020 do campeonato em virtude do risco gerado pelo coronavírus (covid-19).

 

Dos oito times, cinco votaram a favor do fim do campeonato, e três foram contrários. Dessa forma, não haverá mais partida alguma. E a classificação final respeitará a do final da primeira fase: Vedacit Vôlei Guarulhos (SP), Uberlândia/Start Química/Gabarito (MG), Anápolis Vôlei (GO), Brasília Vôlei/Upis (DF), JF Vôlei (MG), Apav Vôlei (RS), Lavras Vôlei (MG) e São José Vôlei (SP). Os dois primeiros, Vedacit Vôlei Guarulhos e Uberlândia /Start Química/Gabarito (MG), estão classificados para a competição principal da Superliga Masculina da próxima temporada.

 

As reuniões virtuais, realizadas por videoconferência com os clubes da Superliga Banco do Brasil, serão realizados nesta quinta (19) com as equipes do feminino pela manhã e do masculino na parte da tarde.

 

A CBV, que conta, entre outras, com um comitê de crise composto por área técnica, médica e jurídica apresentou a proposta pela conclusão do campeonato, já que a preocupação da entidade com a saúde está acima de qualquer outra questão. Após a decisão, então, a entidade recomendou que todos os clubes liberem seus atletas de treinamento e que os mesmos permaneçam em casa, seguindo as recomendações das autoridades da saúde.

 

“Passamos por esta mesma situação mais cedo, com o fim da Superliga B feminina, e agora com a masculina. Estamos tristes pela situação, por ter que finalizar a competição desta forma, sem a oportunidade de ver a final após uma temporada tão equilibrada. Estamos privados de ver o que aconteceria no playoff, com uma disputa bonita e decidida na quadra, mas foi preciso ser decidido na mesa. É para o bem de todos”, declarou o superintendente de competições quadra da CBV, Renato D´Avila.

 

Fonte: Agência Brasil

COI realiza videoconferência sobre Jogos e coronavírus

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o alemão Thomas Bach, afirmou que teve uma conversa, por videoconferência, “muito produtiva” com 220 atletas de todo o mundo sobre a preparação para Tóquio de 2020 em um momento em que crescem as preocupações sobre o avanço do coronavírus.

 

“Tivemos uma conversa muito boa com 220 atletas representantes de todo o mundo. Foi muito construtivo e nos deu muitas informações, porque continuaremos a ser muito realistas em nossa análise. Por isso fomos confrontados com muitas perguntas sobre o sistema de qualificação e as restrições em vigor agora”, disse o dirigente.

 

Além disso, Bach afirmou: “Continuaremos agindo de forma responsável no interesse dos atletas, mas sempre respeitando nossos dois princípios. A primeira prioridade é proteger a saúde dos atletas e contribuir para a contenção do vírus e, em segundo lugar, proteger os interesses dos atletas”.

 

Fonte: Agência Brasil

Goleada e clássico marcam Brasileiro Feminino antes de paralisação

A séries A1 e a recém-iniciada A2 do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino estão paralisadas por decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em prevenção à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Antes da interrupção, cinco jogos movimentaram a primeira divisão no fim de semana, pela quinta rodada, com destaque às vitórias do Minas Icesp por 7 a 0 sobre a Ponte Preta no sábado (14), e do Palmeiras, por 2 a 1, diante do São Paulo no domingo (15).

 

A goleada do Minas, que atuou no Estádio Bezerrão, no Gama (DF), com portões fechados por determinação do governo distrital, foi construída no primeiro tempo, com gols de Katrine (2), Pelé (2), Suzana e Luíza. Isadora completou o placar na etapa final. O resultado levou o time brasiliense ao 10º lugar com seis pontos e afundou a Macaca na lanterna do Brasileirão, ainda sem pontos e com 28 gols sofridos após cinco jogos.

 

No clássico, o São Paulo até saiu na frente com Carol, mas Bia Zaneratto deixou tudo igual para o Palmeiras. Nos acréscimos do segundo tempo, Agustina fez o gol da virada no Estádio Nelo Bracalente, em Vinhedo (SP), onde o time feminino do Verdão manda as partidas e que contou com presença de torcedores (a obrigatoriedade de portões fechados se limitava a partidas na capital paulista). As palmeirenses ganharam três posições e subiram para o quarto lugar com nove pontos, enquanto as tricolores caíram para nono – no momento, fora da zona de classificação às quartas de final – com sete pontos.

 

Nos demais jogos, o Cruzeiro se reabilitou após duas derrotas seguidas e venceu o Iranduba em Manaus por 2 a 0. A Raposa está de volta ao G-8, com nove pontos, em sétimo lugar, enquanto o Hulk da Amazônia caiu para a 12ª posição, estacionado nos seis pontos. Outro que voltou a ganhar foi o Grêmio, que fez 2 a 0 no Vitória jogando em Gravataí (RS). As tricolores assumiram a sexta colocação com nove pontos. A equipe baiana segue em penúltimo, zerada, a frente da Ponte pelo saldo de gols.

 

Já o Avaí/Kindermann encostou no topo da tabela, atualmente ocupado por Ferroviária e Santos (ambos com 12 pontos), ao fazer 3 a 0 no São José fora de casa, no interior paulista. As catarinenses foram a 10 pontos e travaram a reação das joseenses, que vinham de duas vitórias seguidas e pararam nos seis pontos, agora na 11ª posição.

 

As partidas desta segunda-feira (16), entre Internacional e Flamengo; Santos e Audax; e Corinthians e Ferroviária, estão suspensas, sem previsão de remarcação.

 

Chuva de gols no início do Brasileiro A2

 

A rodada de abertura da segunda divisão do Brasileirão Feminino teve 73 gols marcados em 17 jogos (média de 4,3 gols por partida). Foram oito goleadas (vitórias acima de quatro gols de diferença), com destaque ao 8 a 0 do Bahia sobre a União Desportiva Alagoana (UDA), pelo Grupo C – que ainda teve as vitórias do Auto Esporte para cima do Náutico (3 a 1) e do Cruzeiro-RN diante do Sport (3 a 2).

 

No Grupo B, o 3B da Amazônia quase igualou a goleada tricolor ao fazer 7 a 0 no Atlético Acreano. Pela mesma chave, o Real Desportivo bateu o São Francisco por 2 a 0. O duelo entre Fortaleza e São Valério, que seria nesta segunda (16), foi suspenso.

 

Pelo Grupo D, foram três atropelos: um 6 a 0 do América-MG para cima do Chapadão e dois 4 a 0 – Juventus e Foz Cataratas sobre Atlético-GO e Operário-MT, respectivamente. No Grupo A, o Esmac aplicou 5 a 0 no Santos Dumont, mesma vitória do Ceará diante do Oratório, enquanto o Tiradentes superou o Sociedade Timonense por 3 a 1.

 

No Grupo F, destaque ao 4 a 0 do Napoli Caçadorense diante do Athletico-PR. Na mesma chave, o Fluminense fez 4 a 2 no Toledo e o Brasil de Farroupilha bateu a Chapecoense por 4 a 3. O Grupo E, por sua vez, foi o dos empates. O Atlético-MG não saiu do zero com o Vila Nova-ES, assim como o Botafogo diante do Real Brasília. Já Vasco e Goiás ficaram no 1 a 1.

 

Fonte: Agencia Brasil

Campeonatos Pernambucano e Paraense são suspensos

As federações Pernambucana e Paraense de Futebol anunciaram no início da noite desta segunda-feira (16) a suspensão dos seus respectivos campeonatos estaduais de futebol por conta do avanço do coronavírus no território brasileiro.

 

No Campeonato Pernambucano, a interrupção da competição é por tempo indeterminado, e o anúncio é feito após a entidade decidir parar com as competições femininas e de base.

 

Já no Pará, a competição estadual fica parada por 15 dias.

 

Por conta do avanço do coronavírus no Brasil, outras competições estaduais foram suspensas nesta segunda.

 

Primeiro foram os campeonatos Paulista e Gaúcho. Depois, o Campeonato Carioca.

 

Além disso, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu suspender as competições nacionais no último domingo (15).

 

Fonte: Agência Brasil